Creio nas existências, recorro a essência. Penso, logo existo e se existo, hesito. Apenas concretizando o momento em que fui inundado por uma súbita sensação de que todos podemos pensar, logo, escrever...
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Tempo de Sorrir
Tempo de sorrir, tempo de cantar...
Inundado de felicidade me redescubro a cada instante. Entrando no eu profundo cada vez mais desabrocha minha essência.
Tempo de sorrir, tempo de mudar...
A iquietude pulsa, a ação nos convida para experimentar o novo, passando por cima das barreiras.
Tempo de sorrir, tempo de brilhar...
O despertar do sol interior que nunca deixou de brilhar mas que agora reflete, de dentro para fora.
Tempo de sorrir, tempo de ser feliz...
Ter a sensação de que temos esse direito e que não há nada de errado com isso.
Tempo de sorrir, tempo de aprender...
Onde a visão e a audição passam a ocupar mais espaço do que a fala, observar, se curvar a natureza, que sabia falará
Tempo de sorrir, tempo de viver...
Jamais pararemos de caminhar, viveremos cada instante que conseguirmos com atenção e alegria, os detalhes podem nos dizer muitas coisas.
Tempo de sorrir tempo de meditar...
Um convite a rever as nossas atitudes e lapidar a mais bonita das esculturas.
Tempo de sorrir...
Tempo de sorrir....
O sorriso sempre presente, estampado na face, o amor consciente vivenciado no coração, luz e paz na mente, seguindo com proteção
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Estômago
Inflexibilidade Somatizada
Corpo resistente ao natural
Modéstia ainda enjaulada
Reside no centro do carnal
Alimentar-se, opiniões internas
Digerir-se opiniões adversas
Aceitar o momento velado de cada ser
Que de processo em processo
Nos livra do apego ao reconhecer
O diferente de mim e de você
Estômago âmago do hábito
Quando otimista, plexo solar
Estômago centro do eu
Quando pessimista, complexo penar
Estômago do tamanho da teimosia
Comportamento, reflexo do conflito
Desapego de velhas ideias
As portas se abrem para as respostas
Na proporção de sua flexibilidade
Somatizada
Corpo resistente ao natural
Modéstia ainda enjaulada
Reside no centro do carnal
Alimentar-se, opiniões internas
Digerir-se opiniões adversas
Aceitar o momento velado de cada ser
Que de processo em processo
Nos livra do apego ao reconhecer
O diferente de mim e de você
Estômago âmago do hábito
Quando otimista, plexo solar
Estômago centro do eu
Quando pessimista, complexo penar
Estômago do tamanho da teimosia
Comportamento, reflexo do conflito
Desapego de velhas ideias
As portas se abrem para as respostas
Na proporção de sua flexibilidade
Somatizada
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Caminho para libertação
Compromisso social, diferente de só ganhar capital
Consequência imoral do convencionalismo, comodismo
Vastas maneiras de se ganhar
Consequência imoral do convencionalismo, comodismo
Vastas maneiras de se ganhar
Poucas maneiras de se aceitar
Entro na roda, mas, giro sentido anti-horário
Jogo o jogo, mas, não sigo itinerário
Dando braçada contra corrente, sigo contente sem me reprimir
A liberdade de pensar, a liberdade de agir
Vá fazer aquilo que te faz sorrir
Compromisso social, diferente de sustentar multinacional
Consequência material da ganância
Não sou hipócrita, gosto da abundância
Vastas maneiras de se ganhar
Poucas maneiras de se aceitar
Não na força, mas, com alegria e seriedade
Que sigo meu caminho com cumplicidade
Do eu, do ele, do nós, do vós, do eles
Entro na roda, mas, giro sentido anti-horário
Jogo o jogo, mas, não sigo itinerário
Dando braçada contra corrente, sigo contente sem me reprimir
A liberdade de pensar, a liberdade de agir
Vá fazer aquilo que te faz sorrir
Compromisso social, diferente de sustentar multinacional
Consequência material da ganância
Não sou hipócrita, gosto da abundância
Vastas maneiras de se ganhar
Poucas maneiras de se aceitar
Não na força, mas, com alegria e seriedade
Que sigo meu caminho com cumplicidade
Do eu, do ele, do nós, do vós, do eles
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Sutileza
Atemporal sentimento da luz
Veja o sol
Imaterial movimento do ser
Ouça o som
Surreal complemento da paz
Sabedoria
Alegria envelhecer e saber
Que a alma não perece
Contentamento ao crescer em conhecimento
Que não se compra
Intuição sutileza maior
Que não se encontra em qualquer lugar
Percepção da energia do outro
Que requer amor pra poder doar
Saber amar a natureza
Que faz as cores flutuarem no ar
Ir dormir e ter certeza
De que a alma sai para passear
Acordar e ver a beleza
Da chuva ou sol que vem cumprimentar
Atemporal movimento da luz
Ouça o sol
Imaterial sentimento do ser
Veja o som
Sutileza maior
Veja o sol
Imaterial movimento do ser
Ouça o som
Surreal complemento da paz
Sabedoria
Alegria envelhecer e saber
Que a alma não perece
Contentamento ao crescer em conhecimento
Que não se compra
Intuição sutileza maior
Que não se encontra em qualquer lugar
Percepção da energia do outro
Que requer amor pra poder doar
Saber amar a natureza
Que faz as cores flutuarem no ar
Ir dormir e ter certeza
De que a alma sai para passear
Acordar e ver a beleza
Da chuva ou sol que vem cumprimentar
Atemporal movimento da luz
Ouça o sol
Imaterial sentimento do ser
Veja o som
Sutileza maior
Andarilho
Caminho sereno, sem o medo dos pesares
Penso que sou único, mas sou um.
Um todo que caminha achando ser e estar só
E quando o engano apontar a solidão
Saiba que não está só em alma e coração
No caminho da individualidade reconheça seus semelhantes
Não de cor, credo, crença ou carência
Mas sim, em sua essência
Por que não amar indivíduos, inimigos, conhecidos amigos de jornada
Quando a natureza perfuma o machado que a fere de graça?
Andando por mais de 30km, horas somadas de estrada
Sentindo a dor, o incomodo, mas, o prazer da caminhada
Que ensina conforme o terreno, íngreme, plano, denso ou ameno
Que a diferença ou indiferença está em seu olhar,
Pelas estradas que passar.
Caminha serena, sem medo de nada
Sua força vem lá da mata iluminada
Caminha confiante, crendo na humanidade
Se tudo não foi resolvido, não é o fim da tempestade
Que há de passar, antes de tudo terminar
Que há de passar, com alegria, sem penar
Penso que sou único, mas sou um.
Um todo que caminha achando ser e estar só
E quando o engano apontar a solidão
Saiba que não está só em alma e coração
No caminho da individualidade reconheça seus semelhantes
Não de cor, credo, crença ou carência
Mas sim, em sua essência
Por que não amar indivíduos, inimigos, conhecidos amigos de jornada
Quando a natureza perfuma o machado que a fere de graça?
Andando por mais de 30km, horas somadas de estrada
Sentindo a dor, o incomodo, mas, o prazer da caminhada
Que ensina conforme o terreno, íngreme, plano, denso ou ameno
Que a diferença ou indiferença está em seu olhar,
Pelas estradas que passar.
Caminha serena, sem medo de nada
Sua força vem lá da mata iluminada
Caminha confiante, crendo na humanidade
Se tudo não foi resolvido, não é o fim da tempestade
Que há de passar, antes de tudo terminar
Que há de passar, com alegria, sem penar
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Inerte
Acordo inerte a vida
Pálido por dentro, vivo por fora
Será que acordei, ou apenas concordei com a inércia
Vivo por fora da coerência
Sinto o peso da vivência
Não me alegro com a incompetência
Para ser, tens que viver
E para viver, tens que pensar, sentir, falar
Harmonia, demora a se fazer presente
Preciso de equilíbrio, se não quebro a corrente
Penso mas não sinto,
Sinto mas não falo,
Falo mas não vivo
Experiencias não vividas, se tornam o mote da vida
Consigo perceber, inerte,
Que ainda não acordei
Pálido por dentro, vivo por fora
Será que acordei, ou apenas concordei com a inércia
Vivo por fora da coerência
Sinto o peso da vivência
Não me alegro com a incompetência
Para ser, tens que viver
E para viver, tens que pensar, sentir, falar
Harmonia, demora a se fazer presente
Preciso de equilíbrio, se não quebro a corrente
Penso mas não sinto,
Sinto mas não falo,
Falo mas não vivo
Experiencias não vividas, se tornam o mote da vida
Consigo perceber, inerte,
Que ainda não acordei
domingo, 11 de setembro de 2011
Efêmero
Efêmero sentimento vazio
Eis que molham o castelo de areia amarelo
Derretido, segue o fluxo do rio, outrora caudaloso
Para que servem mil poesias,
Diante da efemeridade do amor
Líquido.
Líquidas palavras, antes ouvidas com carinho
Efêmero sentimento de saudade
O quarto agora vazio, guarda suas cores
O guarda roupas aberto, guarda seu cheiro
Para que servem as flores,
Diante da efemeridade do perfume
Líquido.
Líquidas brigas que nos corroeram
Efêmero sentimento de culpa
Não soube tratar a princesa
Deixei que molhassem o castelo
Como acordar no dia seguinte?
Não soube equilibrar meu monociclo
Cai.
Para que servem fantasias e sonhos,
Diante da efemeridade do prazer
Líquido.
Líquidos devaneios regados a vinho
Seu nome ainda pulsa em minhas entranhas
Ainda ouço sua voz em meus sonhos
Ainda sinto seu toque em minha pele
Ainda imagino a casa, singela, colorida
Para que servem estes versos
Diante da efemeridade da vida.
Eis que molham o castelo de areia amarelo
Derretido, segue o fluxo do rio, outrora caudaloso
Para que servem mil poesias,
Diante da efemeridade do amor
Líquido.
Líquidas palavras, antes ouvidas com carinho
Efêmero sentimento de saudade
O quarto agora vazio, guarda suas cores
O guarda roupas aberto, guarda seu cheiro
Para que servem as flores,
Diante da efemeridade do perfume
Líquido.
Líquidas brigas que nos corroeram
Efêmero sentimento de culpa
Não soube tratar a princesa
Deixei que molhassem o castelo
Como acordar no dia seguinte?
Não soube equilibrar meu monociclo
Cai.
Para que servem fantasias e sonhos,
Diante da efemeridade do prazer
Líquido.
Líquidos devaneios regados a vinho
Seu nome ainda pulsa em minhas entranhas
Ainda ouço sua voz em meus sonhos
Ainda sinto seu toque em minha pele
Ainda imagino a casa, singela, colorida
Para que servem estes versos
Diante da efemeridade da vida.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Mente humana e controversa
Mente que engana o pensar
Penso porque tenho mente
Ou minto para o inconsciente
O limite entre o natural e o perverso
Entre o que a consciência nos diz que é certo
Por que mostra o duvidosos se depois vem cobrar?
Seriam traumas querendo sair...
Efeitos propositalmente provocados
convidam a reflexão
Ou resquícios de séculos passados
querendo tomar maior proporção
não são bem vindos...
Seja lá o que forem e de onde vierem
Mente que engana o pensar
Penso porque tenho mente
Ou minto para o inconsciente
O limite entre o natural e o perverso
Entre o que a consciência nos diz que é certo
Por que mostra o duvidosos se depois vem cobrar?
Seriam traumas querendo sair...
Efeitos propositalmente provocados
convidam a reflexão
Ou resquícios de séculos passados
querendo tomar maior proporção
não são bem vindos...
Seja lá o que forem e de onde vierem
terça-feira, 27 de abril de 2010
Andando na prancha

Marolas conduzem a embarcação
Sigo na corrente gelada
Monótona, cromática.
Ontem, um barco de papel
Hoje, nau velada
A tripulação farta, pede abrigo
Motim eminente
Velo a vontade de pular
Velas ondulam seguindo a corrente
Bem-aventurados os ventos
Trazem brisa, furacões ora lamentos
Espirais magnéticos tomam forma
Confio no sopro do Orixá
Leme invertido
Deixo a ventura guiar.
Não me iludo com pensamentos
Confusos, dentro da nau
tripulada pela unicidade na diferença
Avisto terra...
Alguns gritam paraíso
Eufóricos, pulam em direção ao horizonte,
Miragem?
Devaneio, devaneio
Avisto sorriso
Visto que no paraíso há de haver coisa semelhante
Insanidade colorida
Louco
Sinto as pernas rumando ao novo
Já não quero marasmo
Já não quero mesmice
Andando na prancha
Me atiro ao mar
Me retiro da vida
Me deixo sonhar
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